Seria tão humano se Deus permitisse
Naquelas noites em que Morfeu não passa
Que o espírito humano inquieto saísse
E nas batalhas fervorosas da madrugada
Crescesse como gérmén, evoluísse.
Mais uma vez, metalinguístico
Língua Portuguesa afoita de palavras
Em que tautológico e místico
Permite refletir às claras
Um poema que pede intrínseco
A calmaria das almas cansadas.
O temor de não se permitir errar
Como terrena e material que sou
Confusa ao medo febril em falhar
Necessidade perene que vou
Sempre tentar melhorar.
Deus permita que minh'alma cresça
Posto que a alvorada já me é inimiga
Ansiedade para que adormeça
Na noite que os anjos imita
Por favor queira e esqueça
É cruel pensar-se heremita.
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