quarta-feira, 23 de junho de 2010

mentindo

questionamentos sobre verdades

o que é um conceito?
uma pessoa digna?
uma chinchila?
um vício?

sabe responder?
claro.

Verdades.
Absolutas como a bela modelo feita de ossos e conceitos e cabelos

- um padrão
um esteriótipo
uma determinação -

ah, mas se os acordes encontrados fazem uma bela música
mas também o fazem os desencontrados
e, afinal, o que seria uma bela música?

e se os palavrões não forem ofensas?

e se os chinelos só servirem para matar baratas?
e as baratas só servirem para emocionar a noite?

porque a cadeira se chama cadeira?!
porque não se chama pipoca?
Eu quero chamar essa cadeira de pipoca! E aquela de pampa! Pampa, sabe?!

porra!

E
estranho
incoerente
falso
trêmulo

é o que?

o que se busca não é a justiça?

e justiça é verdade
é boa para uns
e destrutiva para outros

é mentir
e acreditar.

é uma referência.
uma orientação.

é viver
todo dia.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Right to be Wrong

I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
I'm flesh and blood to the bone
I'm not made of stone
Got a right to be wrong
So just leave me alone

I've got a right to be wrong
I've been held down too long
I've got to break free
So I can finally breath
I've got a right to be wrong
Got to sing my own song
I might be singing out of key
But it sure feels good to me
Got a right to be wrong
So just leave me alone

You're entitled to your opinion
But it's really my decision
I can't turn back I'm on a mission
If you care don't you dare blur my vision
Let me be all that I can be
Don't smother me with negativity
Whatever's out there waiting for me
I'm going to faced it willingly

I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
Flesh and blood to the bone
See, I'm not made of stone
I've got a right to be wrong
So just leave me alone

I've got a right to be wrong
I've been held down to long
I've got to break free
So I can finally breath
I've got a right to be wrong
Got to sing my own song
I might be singing out of key
But it sure feels good to me
I've got a right to be wrong
So just leave me alone

terça-feira, 15 de junho de 2010

suco de mim

como será que é aprender com os erros?
porque persistir tanto neles?
...

"mas é que a gente gostaria de errar menos, neh
é muito frustrante repetir as coisas que a gente odeia... mas o bom sinal é que a gente percebe e odeia as coisas feias"
"eu acho que a gente precisa de uma transformação de dentro mesmo, neh... ai a gente vai fazendo menos... mas ainda a maior questão é ser humilde quando erramos
todo dia eu faço algo q me arrependo
aí eu lembro que sou amada por Deus do jeito que eu sou, e que estou sendo transformada... mesmo que as pessoas me rejeitem... mesmo que meus esforços saim pela culatra"

[...]

lições...
auto-derrota e auto-vitória.
suco de mim,
pensamentos mortais
lógica áspera que me encobre
sobriedade hostil
desconforto das idéias sancionadoras
saber a resposta
e nada conseguir fazer

como entrar na areia movediça
e se mecher para sair.

qual é a fórmula para crescer?
qual é?

que fazer para aprender com os erros?...

sábado, 12 de junho de 2010

waving flag

sendo tudo - uma singularidade

ser sozinho
é acreditar em tudo

ser tudo
é acreditar que seu singular
é um álibi de todos.

sub-repticiamente

a paixão segundo G.H.

[...]

Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossiilitava de andar mas que fazia e mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. Voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: tive que aprender a andar com apenas duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausênuca inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar.

[...]

Fico tão assustada quando percebo que durante horas perdi minha formação humana. Não sei se terei uma outra para substituir a perdida. Sei que precisarei tomar cuidado para não usar sub-repticiamente uma nova terceira perna que em mim renasce fácil como capim, e a essa perna protetora chamar de "uma verdade".