Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente.
Preciso conduzir
Um tempo de te amar,
Te amando devagar e urgentemente.
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez,
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez.
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente...
Prefiro, então, partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente.
Depois de te perder,
Te encontro, com certeza,
Talvez num tempo da delicadeza,
Onde não diremos nada;
Nada aconteceu.
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
todo sentimento
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
estradas
humanos trafegam
livres, vão em frente
presos na parafernalha
atentos, esquivantes
errantes
frios
afoitos.
O horizonte não tem limites.
Há que se pensar
que não existem apenas estradas "tapetes" de pista dupla,
marginais sem semáforos,
rodovias movimentadas
ligando lugares escolhidos,
metrópoles,
a relevantes centros felpudos
aconchegantes ao sonho.
Há, para cada bela Rodovia dos Imigrantes
incontáveis estradas curvas esburacadas
que levam cidades grandes a megalópoles.
Milhares de rodovias federais esquecidas
que levam grandes cidades a pequenas cidades.
Há todas as estradinhas longas e curtas
que ligam cidadezinhas.
E há também estradas sem marcas, rurais
ruas,
ruazinhas,
ruelas,
becos.
Há estradas vicinais
ligando interesses singulares.
É precipitado sonhar com as pavimentações perfeitas e todo o espaço
Deve-se considerar que qualquer posto pode ser o início de uma viagem
E que todo destino pode trazer conhecimentos inesperados,
insuperáveis.
Mais uma ultrapassagem
outra cidade
outro caminhão.
A poeira,
a chuva,
os carros mais lentos
às vezes impedem a visão.
A saída é manter o pulso firme na direção
e não titubear.
Logo outra estrada desconhecida
mostrará o infinito de outras estradas
até contornar o mundo.
livres, vão em frente
presos na parafernalha
atentos, esquivantes
errantes
frios
afoitos.
O horizonte não tem limites.
Há que se pensar
que não existem apenas estradas "tapetes" de pista dupla,
marginais sem semáforos,
rodovias movimentadas
ligando lugares escolhidos,
metrópoles,
a relevantes centros felpudos
aconchegantes ao sonho.
Há, para cada bela Rodovia dos Imigrantes
incontáveis estradas curvas esburacadas
que levam cidades grandes a megalópoles.
Milhares de rodovias federais esquecidas
que levam grandes cidades a pequenas cidades.
Há todas as estradinhas longas e curtas
que ligam cidadezinhas.
E há também estradas sem marcas, rurais
ruas,
ruazinhas,
ruelas,
becos.
Há estradas vicinais
ligando interesses singulares.
É precipitado sonhar com as pavimentações perfeitas e todo o espaço
Deve-se considerar que qualquer posto pode ser o início de uma viagem
E que todo destino pode trazer conhecimentos inesperados,
insuperáveis.
Mais uma ultrapassagem
outra cidade
outro caminhão.
A poeira,
a chuva,
os carros mais lentos
às vezes impedem a visão.
A saída é manter o pulso firme na direção
e não titubear.
Logo outra estrada desconhecida
mostrará o infinito de outras estradas
até contornar o mundo.
sábado, 12 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
L'excessive
Je n'ai pas d'excuse
C'est inexplicable
Même inexorable
C'est pas pour l'extase, c'est que l'existence
Sans un peu d'extrême, est inacceptable
Je suis excessive
J'aime quand ça désaxe
Quand tout accélère
Moi je reste relaxe
Je suis excessive
Quand tout explose
Quand la vie s'exhibe
C'est une transe exquise
Y'en a que ça excède, d'autres que ça vexe
Y'en a qui exigent que je revienne dans l'axe
Y'en a qui s'exclament que c'est un complexe
Y'en a qui s'excitent avec tous ces "X" dans le texte
Je suis excessive
J'aime quand ça désaxe
Quand tout accélère
Moi je reste relaxe
Je suis excessive
Quand tout explose
Quand la vie s'exhibe
C'est une transe exquise (ouais).
just enough for the city
A boy is born in hard time Mississippi
Surrounded by four walls that ain't so pretty
His parents give him love and affection
To keep him strong moving in the right direction
Living just enough, just enough for the city
His father works some days for fourteen hours
And you can bet he barely makes a dollar
His mother goes to scrub the floors for many
And you'd best believe she hardly gets a penny
Living just enough, just enough for the city... yeah!
His sister's black but she is sho'nuff pretty
Her skirt is short but Lord her legs are sturdy
To walk to school she's got to get up early
Her clothes are old but never are they dirty
Living just enough, just enough for the city
Her brother's smart he's got more sense than many
His patience's long but soon he won't have any
To find a job is like a haystack needle
Cause where he lives they don't use colored people
Living just enough, just enough for the city...
Living just enough...
For the city...
His hair is long, his feet are hard and gritty
He spends his life walking the streets of New York City
He's almost dead from breathing in air pollution
He tried to vote but to him there's no solution
Living just enough, just enough for the city... yeah,yeah,yeah!
I hope you hear inside my voice of sorrow
And that it motivates you to make a better tomorrow
This place is cruel no where could be much colder
If we don't change the world will soon be over
Living just enough, stop giving just enough for the city!!!!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
profissão de fé
tudo que sou
é infinito
mesmo entre temperamento e fuga
o desejo do bem sem limites
suplico perdão e agradeço fervorosamente
pelas maravilhas de uma vida
que a cada dia
só tende a melhorar
é infinito
mesmo entre temperamento e fuga
o desejo do bem sem limites
suplico perdão e agradeço fervorosamente
pelas maravilhas de uma vida
que a cada dia
só tende a melhorar
domingo, 6 de dezembro de 2009
triste carta para o amor
oh, solidão da alma,
perdoa-me.
muitos milhares de anos entre a humanidade
impedem meus atos imperfeitos
de dirimirem meu ímpeto amante
e todas as verdades construídas.
mas mesmo havendo
fascinação
euforia
desejo
calor
criação
paixão
beleza
amizade
compreensão
felicidade
glória
amor
fantasia
harmonia
medo
ciúme
imposição
desespero
rigor
truque
desacordo
grito
horror
fossa
recuo
tristeza
dor
erro
saudade
faço escolhas e escolhas
e o amor é egoísta
não compreendo alguns sentimentos
sinto-me tola
carente
e frágil.
a fuga do amor
o amor é a fuga
é o consolo incondicional de dedicação sincera
é a beleza de entender todos os feitios.
de toda a voraz tentativa do bem
a triste maravilha em lágrimas sofridas
é a escola do amor em mim
que me mata,
e me traz de volta.
que me arranca as vísceras
e tatua segredos meus que eu não conhecia.
oh, crescimento!
permita que eu me descubra, lição do amor!
Permita-me ter a doação profunda dos grandes amantes.
perdoa-me.
muitos milhares de anos entre a humanidade
e os anjos
impedem meus atos imperfeitos
de dirimirem meu ímpeto amante
e todas as verdades construídas.
mas mesmo havendo
fascinação
euforia
desejo
calor
criação
paixão
beleza
amizade
compreensão
felicidade
glória
amor
fantasia
harmonia
medo
ciúme
imposição
desespero
rigor
truque
desacordo
grito
horror
fossa
recuo
tristeza
dor
erro
saudade
faço escolhas e escolhas
e o amor é egoísta
não compreendo alguns sentimentos
sinto-me tola
carente
e frágil.
a fuga do amor
o amor é a fuga
é o consolo incondicional de dedicação sincera
é a beleza de entender todos os feitios.
de toda a voraz tentativa do bem
a triste maravilha em lágrimas sofridas
é a escola do amor em mim
que me mata,
e me traz de volta.
que me arranca as vísceras
e tatua segredos meus que eu não conhecia.
oh, crescimento!
permita que eu me descubra, lição do amor!
Permita-me ter a doação profunda dos grandes amantes.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
VIDA LOUCA VIDA
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa você logo acha que a vida voltou ao normal
Aquela vida sem sentido, volta sem perigo
É a mesma vida sempre igual
Se niguém olha quando você passa você logo diz 'Palhaço'
Você acha que não tá legal
Corre todos os perigos, perde os sentidos
Você passa mal
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa você logo acha 'Eu tô carente'
'Eu sou manchete popular'
Tô cansado de tanta caretice, tanta babaquice
Desta eterna falta do que falar!
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa você logo acha 'Eu to carente'
'Eu sou manchete popular'
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Desta eterna falta do que falar
Se ninguém olha quando você passa você logo acha que a vida voltou ao normal
Aquela vida sem sentido, volta sem perigo
É a mesma vida sempre igual
Se niguém olha quando você passa você logo diz 'Palhaço'
Você acha que não tá legal
Corre todos os perigos, perde os sentidos
Você passa mal
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa você logo acha 'Eu tô carente'
'Eu sou manchete popular'
Tô cansado de tanta caretice, tanta babaquice
Desta eterna falta do que falar!
Assinar:
Comentários (Atom)