foram alguns dias sem postagens.
bem, resumidamente:
- comprei um carro
- o galo não foi campeão
- tive férias
- sofri a perda
- vivi a glória
- amei, odiei
- ainda pareço infantil
- ainda não superei velhos problemas
- mudei de casa em cristalina
- fui indicada para um assunto importante na empresa
- copacabana / botafogo / copacabana
- o galo tem o obina (barak obina: yes, we CAM!)
- tenho uma victor hugo
- hotéis
- desespero, pânico, medo, tensão
- relatório
Não foi muito poético como eu gostaria que fosse..
talvez eu esteja enfrentando aquele vazio poético...
Muitos rascunhos foram amassados, desisti da crônica que estava preparando. Ignorei a poesia maravilhosa que não saiu das entranhas do meu âmago.
mas o cazuza sempre ajudou...
and once again:
SOLIDÃO, QUE NADA
Cada aeroporto
É um nome num papel
Um novo rosto
Atrás do mesmo véu
Alguém me espera
E adivinha no céu
Que meu novo nome é
Um estranho que me quer
E eu quero tudo
No próximo hotel
Por mar, por terra
Ou via Embratel
Ela é um satélite
E só quer me amar
Mas não há promessas, não
É só um novo lugar
Viver é bom
Nas curvas da estrada
Solidão, que nada
Viver é bom
Partida e chegada
Solidão, que nada...
domingo, 31 de janeiro de 2010
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