feminina como a luz da lua cheia e seus encantos,
Rosa cantava a voz suave dos sonhos que nem se poderia imaginar.
Forte e simples, despejava no futuro a glória do presente que nem se via
mas alimentada pelo passado consolidava o dia e a noite
e intercalava seus fugores com a madrugada
que nem deixava a verdade dolorosa, nem perturbava a competência
Rosa era assim.
Pés no chão
e cabeça no universo.
Destino é uma fera interior
que dilacera o desejo e persegue
o ímpeto dos poderosos.
Bela Rosa
cutis pétala
e coração voraz.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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